11/05/2017 Rui Brazão 0Comment

Bullying – Estratégia para lidar com Bullying

 

 

Estratégias para lidar com Bullying

O que é Bullying?

 O Bullying é  caracterizado por atos de violência física e psicológica. Pode ser representado por brincadeiras de mau gosto, gozo, insultos, empurrões, agressões verbais, agressões psicológicas e agressões físicas.

Infelizmente o bullying ainda é para muitos um mito e muitas crianças vivem situações bullying sem partilhar com os pais, pois tem medo de os desiludir.

Muitas crianças que sofrem bullying, não o dizem, porque têm vergonha e medo da reação dos pais.

O bullying deve e tem que ser levado muito a sério, pois as pessoas vítimas de bullying, podem viver com essa dor durante a vida inteira e as consequências podem ser muito negativas.

Grande parte da construção da personalidade dos adultos é feita durante o período escolar.

A melhor forma de lidar com o bullying é a prevenção e agir na fase inicial e a melhor forma é através de fortes e verdadeiras conexões, através de presença consciente.

BULLYING AGRESSORES/BULLIES

Os bullies ou agressores são caracterizados pelos causadores da situação de bullying.

CARACTERÍSTICAS:

  • Os agressores ou bullies podem ser crianças inseguras que para se superiorizarem aos outros fazem bullying.
  • Existe um número significativo de agressores que no passado foram vítimas de bullying.
  • Tem normalmente autoestima não saudável, apesar de demonstrarem o contrário, pois estas ações podem ser uma forma de esconder as suas fragilidades.
  • Tem grande necessidade de atenção.
  • Podem ter uma noção dissociada da realidade do que é certo e errado.
  • Tem baixa tolerância à frustração.
  • Costumam agir em grupo.
  • São impulsivos, inseguros e manipuladores.
  • Podem advir de contextos familiares destruturados, ou com problemas psicológicos ou psiquiátricos, drogas ou álcool.
  • Podem pertencer a ambientes socioculturais precários.
  • Podem ter sido expostos a ambientes de violência, tais como violência doméstica, televisão, jogos de computador.
  • Podem ter sido vítimas de abuso sexual ou físico.
  • Podem ter sido vítimas de agressões físicas e/ou psicológica no seio da família, associando por isso que a violência e manipulação podem ser um meio para atingir um fim.
  • Tem uma noção errada da vida em sociedade e do respeito pelo próximo.
  • Tendencialmente tem baixo rendimento escolar e uma atitude negativa perante e na escola.
  • Mostram comportamentos hostis, tem problemas de relacionamento interpessoal e poucas competências sociais e morais, tem baixo autocontrolo, podendo dar lugar a manifestações de conduta agressiva, impositiva, de teimosia e de indisciplina
  • Demonstram agressividade, ansiedade e acatam mal as normas, que se traduzem por vezes, em atitudes de desafio;
  • Não olham a meios para atingir os fins.
  • Tem personalidades autoritárias, com uma grande necessidade de domínio e controlo.
  • Podem ser repetentes do ano escolar e normalmente são mais velhos que as vítimas.
  • Costumam ser os mais fortes da turma / escola.

3 tipos de agressores ou bullies

  • Os intimidadores ou ativos, que costumam tomar a iniciativa da agressão.
  • O social indireto, líder ou “mandante”, que incentiva, fomenta e cria situações de agressão apesar de muitas vezes não participar diretamente.
  • Os espectadores ou passivos apesar de não participarem ativamente nas agressões, incentivam e apoiam essas agressões.

Normalmente este grupo costuma ser o mais numeroso.

Os intimidados, que se calam perante as agressões e que para se integrarem podem também começar a fazer bullying.

Acredite que muitos dos agressores já foram vítimas e que para o deixarem de ser passaram a ser agressores, entrando assim num “jogo” e num grupo e que podem não conseguir sair com medo de sofrer represálias.

Agressores Homens e Mulheres e as diferenças:

Os agressores homens, normalmente usam a força física, ameaças, agressões físicas e psicológicas, coação e medo.

As agressoras mulheres, normalmente tendem a usar a agressão psicológica através de gozo, fofocas, boatos, olhares, ameaças e coação.

 

COMO IDENTIFICAR SE O SEU FILHO É VITIMA DE BULLYING.

Quanto mais cedo souber que o seu filho é vítima de bullying, menores serão as consequências e mais eficazes serão as ações.

As vítimas de bullying, normalmente não dizem que são vítimas de bullying, por medo de represálias, vergonha, instabilidade emocional ou medo de desiludir os pais, familiares e amigos.

Assim, é importante que sejam os pais a descobrir em vez de ficar à espera que o seu filho lhe diga que é vítima de bullying.

É importante estar atento aos sinais, saber perguntar e descobrir o mais cedo possível.

É importante identificar o que é bullying e o que não é bullying.

Brincadeiras entre colegas são saudáveis e devem ser fomentadas. A melhor forma de o identificar é estar atento aos sinais e falar regularmente com o seu filho sobre a sua vida na escola.

 SINAIS DE VÍTIMAS DE BULLYING

A criança ou adolescente pode, repentinamente:

  • Dizer que não quer ou não lhe apetece ir à escola.
  • Pedir para mudar de turma
  • Passar a ter dificuldades de atenção
  • Apresentar decréscimo do rendimento escolar
  • Inventar razões para não ir à escola.
  • Isolar-se.
  • Evita falar da escola ou fala da escola com tristeza.
  • Evita falar dos amigos ou tem poucos amigos.
  • Reclamar das brincadeiras dos colegas.
  • Falar-lhe que tem uma alcunha na escola.
  • Material escolar rasgado ou deteriorado.
  • Distúrbios no sono (insónias) e/ou pesadelos.
  • Enurese noturna (urinar na cama)
  • Transtornos alimentares.
  • Demonstrações de medo.
  • Demonstrações de tristeza.
  • Sinais de desconforto, irritação, ansiedade e agressividade.
  • Arranhões, hematomas, nódoas negras.
  • Apresentar sintomas físicos, como dores de cabeça ou de estômago e suores frio, indicando o violento e elevado nível de angústia a que está sendo submetido.

COMO PERGUNTAR AO SEU FILHO, PARA SABER SE É VITIMA DE BULLYING

É muito importante falar regularmente com os filhos sobre a escola e sobre o que fazem na escola, como se sentem e o que fazem.

Evite fazer perguntas fechadas, em que resposta é sim ou não, do tipo como é que correu a escola, substitua por como foi o teu dia hoje.

Substitua as perguntas começadas por  “como”, pelo “o que”.

Descontraia o seu filho e evite que ele sinta que lhe está a fazer um interrogatório.

25 Perguntas que pode e deve fazer ao seu filho

  1. Como foi o teu dia? Vs O que fizeste hoje no teu dia?
  2. Correu bem o teu dia Vs Qual foi a melhor coisa que aconteceu hoje na escola? E a pior?
  3. Conta-me sobre algo que te tenha divertido hoje.
  4. Que brincadeiras fizeste hoje? Com quem brincaste?
  5. Se pudesses escolher, sentavas-te ao pé de quem na sala? E quem é que não escolhias que se sentasse ao pé de ti?
  6. Qual é o sítio que mais gostas na escola? Porquê?
  7. Em que sítio é que costumas brincar quando estão no intervalo?
  8. Diz-me uma palavra esquisita que ouviste hoje.
  9. Se eu falasse agora à tua professora, o que é que ela me ia dizer sobre ti hoje? E sobre os outros alunos da sala?
  10. Ajudaste alguém a fazer alguma coisa hoje?
  11. Alguém te ajudou a fazer alguma coisa hoje?
  12. Diz-me algo que tenhas aprendido hoje.
  13. Qual foi o momento mais giro e divertido de hoje?
  14. O que é que te chateou ou aborreceu hoje?
  15. Se um extraterrestre entrasse na sala e pudesse levar alguém com ele para outra sala, quem é que querias que fosse?
  16. Na tua sala, com quem é que achas que podias ser mais simpático/a?
  17. Quem é a pessoa mais engraçada na tua sala? Porquê?
  18. Se hoje tivesses sido tu o(a) professor(a), o que é que mudavas?
  19. Se amanhã fosses tu o(a) professor(a), o que é que mudavas?
  20. Se pudesses trocar de lugar com alguém, com quem é que trocavas?
  21. Existem meninos que fazem mal uns aos outros? O que fazem? A quem?
  22. Estás arranhado. O que aconteceu?
  23. Tens o teu material escolar estragado. O que aconteceu?
  24. Existe algo que te preocupa na escola? Vs O que te preocupa na escola?
  25. Existem meninos na escola que têm alcunhas?

Além destas perguntas, participe nas reuniões promovidas pela escola com o diretor de turma, associação de pais e mantenha contacto com outros pais.

Faça visitas à escola programadas e inesperadas. (Sempre com o devido cuidado para não contribuir para uma autoestima não saudável).

Esteja presente conscientemente na vida do seu filho na escola e em casa.

Se precisar de ajuda ou esclarecimentos, procure, pergunte e pesquise.

Não desdramatize o bullying, nem faça do bullying um drama, o bullying é uma realidade que tem solução e grande parte da solução depende de si. Não torne não bullying em bullying.

Bullying não acontece só aos outros e quando presenciar bullying, informe as autoridades, funcionários da escola ou alerte os pais.

COMO AGIR E QUE AÇÕES TER EM CASO DE BULLYING

As ações devem ser tomadas com o devido cuidado, contudo deverão ser enérgicas e o mais rápido possível.

O seu filho dificilmente lhe dirá que está a ser vítima de bullying, pois ele poderá sentir-se envergonhado, com medo ou sentir que o estará a desiludir, por isso é importante estar atento aos sinais.

É importante não fazer um drama e não piorar ainda mais a situação, tranquilizando e demonstrando apoio e confiança.

O segredo é a auto-estima

Deve demonstrar serenidade, confiança e não dramatizar para não piorar uma situação que por si só já é bastante grave.

É desejável que seja o seu filho a resolver este desafio e você deverá ser o responsável para o dotar e orientar com conhecimentos e atitudes para ele ultrapassar a situação.

Procure e questione as autoridades que são bastante sensíveis a este assunto.

A VIOLÊNCIA É O ÚLTIMO RECURSO DO INCOMPETENTE!

AÇÕES A TER EM CASO DE BULLYING

PARA OS PAIS

EM CASA:

  1. Abordar o tema e a situação com o seu filho e diga-lhe que o ama independentemente de sofrer bullying.
  2. Envolva a família e as pessoas com quem lida mais regularmente no processo e no desafio.
  3. Descubra através do seu filho qual é a razão na sua opinião porque sofre bullying (usa aparelho nos dentes, é obeso, é tímido, etc) e atribua um significado positivo e diferente daquele que é dado pelos agressores.
  4. Identificar e observar de onde parte o bullying.
  5. Acompanhe a evolução da situação sendo inteligente na abordagem do tema, a fim de evitar que este se torne chato, rotina ou ainda incomodativo ao ponto de o seu filho evitar falar do assunto e se sinta constrangido.
  6. Envolva-se ainda mais ativamente no dia a dia escolar.
  7. Ensine o seu filho a aceitar o passado e aprender com os erros e eventos passados.
  8. Ensine o seu filho a viver mais conscientemente no agora. O passado pode desenvolver frustrações e desilusões e o futuro ansiedade.
  9. Desenvolva no seu filho autoestima, reconhecendo os seus talentos e aceitando-o exatamente como ele é.
  10. Ensine o seu a gerir correctamente as suas emoções, ao não se vitimizar e a encarar a situação como um desafio que vai ser ultrapassado.
  11. Desenvolva a sua autoconfiança.
  12. Confie no seu filho e transmita-lhe coragem.
  13. Nunca o faça sentir-se culpado.
  14. Não vitimize ou aceite a vitimização do seu filho. Lembre-se este é um desafio que vai ser ultrapassado.
  15. Demonstre-lhe que vocês vão ultrapassar este desafio juntos.
  16. Brinque com a situação, sem a desvalorizar.
  17. Ensine o seu filho a levar a situação na “desportiva”.
  18. Nunca incentive a ripostar ou dar a “mesma moeda de troca”. Ele pode e deve aprender com este desafio e tornar-se uma pessoa ainda melhor.
  19. O sucesso desta situação depende em grande parte do seu filho e não de si. Demonstre-lhe que ELE vai ultrapassar este desafio com a sua orientação, contudo será ELE a vencer!
  20. Diga-lhe que não há nada que ele possa fazer que faça com que goste mais dele, nem há nada que ele possa fazer que faça com que goste menos dele. Ame-o sem condições.

NA ESCOLA

  1. O bullying é um assunto bastante sensível às autoridades. Informe as autoridades (escola segura PSP ou GNR)
  2. Estimular estudantes a informar a direção da escola, professores e funcionários sempre que se verifique uma situação de bullying. (Não se deixar intimidar pelas represálias).
  3. Seja assertivo e enérgico junto da escola.
  4. Marque uma reunião com o diretor de turma do seu filho e aborde o tema delineando em conjunto ações de implementação imediata.
  5. Aborde o assunto na reunião de pais ou contacte o representante dos pais para o informar da situação em curso. Nessas reuniões todos deverão ser envolvidos no processo.
  6. Exiga por parte da escola ações e estratégias de trabalho que envolvam o agressor, o agredido, os professores e os pais, bem como os outros alunos.
  7. Solicitar aos professores para abordar este tema nas aulas e encontrar soluções em grupo, sem nunca identificar o agredido e o(s) agressores, mas sim para que este tema seja demonstrado novamente como um assunto reprovável para o ambiente escolar e na sociedade.
  8. Aborde inteligentemente os pais / encarregado de educação do(s) agressores e partilhe com eles a sua preocupação, demonstrando intolerância em relação à continuidade do bullying.
  9. Abordar o tema com os outros pais e envolva-os também no processo.
  10. Faça uma visita ao seu filho na hora de saída da escola e caso não possa solicite a algum familiar próximo, a fim de demonstrar indiretamente proteção e autoridade.
  11. Nunca incentive o seu filho ripostar ou fazer o mesmo, pois essa ação pode trazer represálias e piorar ainda mais a situação.
  12. Ensine o seu filho a evitar estar nos locais sempre que isso for possível, em que os agressores costumam estar. Não se trata de fugir do problema, mas sim evitar problemas.
  13. Ensine o seu filho a mudar algumas rotinas e locais de convívio na escola, incentivando-o e demonstrando que existem outros amigos  brincadeiras que ele pode ter e que poderão também ser divertidas.
  14. Quando os agressores perceberem que não incomodam mais o seu filho eles provavelmente deixarão de fazer bullying e passarão à vítima seguinte. Ensine o seu filho a lidar com a situação.
  15. Ensine-o a prevenir situações futuras.
  16. Avaliar a possibilidade do seu filho trocar para uma escola que esteja preparada para dar suporte ao seu filho. Mais uma vez não se trata de fugir o problema mas sim evitar problemas.
  17. Criar regras de disciplina para a turma a fim de evitar bullying.
  18. Reconhecer e valorizar as atitudes das crianças no combate ao bullying.
  19. Estimular lideranças positivas entre alunos, criando também melhor espírito de união e entreajuda.
  20. Incentive o seu filho a estar constantemente acompanhado, por outros colegas e amigos.

PARA AS CRIANÇAS QUE SÃO VITIMAS DE BULLYING

  1. Não deves ripostar.
  2. Evita os locais onde sofres bullying.
  3. Aquele que faz bullying fá-lo, para esconder as suas fraquezas, tu és muito mais forte que eles.
  4. Acredita e confia em ti.
  5. Tu és muito mais forte do que todos aqueles que usam a violência para vencer.

A VIOLÊNCIA É O ÚLTIMO RECURSO DO INCOMPETENTE!

DOS PAIS EM QUE OS FILHOS SÃO AGRESSORES.

            Tenha a noção clara que bullying é CRIME!!!!!

As consequências não são apenas para o seu filho, elas também o podem afetar a si. Há crianças que foram retiradas aos pais e colocadas em centro educativos com medidas de internamento por ordem do tribunal.

  1. Fale com o seu filho de forma assertiva demonstrando que bullying não é nenhuma brincadeira e que as escolas, as autoridades e a sociedade reprovam o bullying.
  2. Aborde o tema com o seu filho sempre individualmente ao invés de ser à frente de outras crianças, familiares, amigos e muito menos em público.
  3. Adote uma estratégia com o outro cônjuge, a mãe ou pais e envolva toda a família na correção deste comportamento.
  4. Ao identificar e descobrir que o seu filho é agressor ou bullie, não desvalorize, desdramatize, adotando atitudes firmes e enérgicas
  5. Demonstre de forma bastante veemente a não aceitação de tais práticas e ofereça alternativas ou solicite alternativas.
  6. Convoque uma reunião com o diretora de turma e/ou direção da escola a fim de delinear ações conjuntas com a escola.
  7. Violência não se resolve com violência. Converse com o seu filho e demonstre-lhe a gravidade da situação, de forma a que ela assuma as sua responsabilidade, oferecendo-se para colaborar na resolução da situação.
  8. Incentive o seu filho a ser “tutor”, “padrinho” de crianças com alguma dificuldade de adaptação à escola, ou alguma criança com necessidades especiais.
  9. Demonstre as vantagens que terá por fazer e praticar boas ações ao invés falsa atenção que tem por usar o domínio, o medo e a agressão.
  10. Não veja a situação como “o fim do mundo”, esta situação poderá levar a uma maior aproximação com o seu filho e melhorar ainda mais a sua educação, podendo em muitos casos, servir de aprendizagem para uma vida muito melhor.

 DOS PROFESSORES COM ALUNOS QUE FAZEM/PRATICAM BULLYING.

O professor será em princípio o primeiro a ter conhecimento da prática de bullying.

O professor é um excelente exemplo que violência não se trata com violência.

  1. Ao mais pequeno sinal de bullying deve demonstrar completa intolerância para tal comportamento.
  2. Nunca demonstre medo de agir.
  3. Nunca entre nas brincadeiras, por exemplo o gozo de um colega.
  4. Seja além de professor, um educador, um amigo e lembre-se que passa mais tempo com as crianças que os próprios pais.
  5. Fomente o espirito de união e grupo na turma, criando a unidade da turma em que todos têm a responsabilidade de proteger o grupo e a turma.
  6. Aborde o tema com o grupo de forma recorrente e explique as regras de forma bastante clara.
  7. Solicite a colaboração da direção da escola.
  8. Convoque os pais dos agressores e dos agredidos e estabeleçam um plano de ação conjunto.
  9. Envolva toda a turma na resolução da situação. Relembre-se da metáfora em que a união faz a força.
  10. Consciencialize os agressores das consequências que tais práticas têm, a nível escolar, pessoal e criminal.
  11. Crie um plano de ação para o agressor. Por exemplo coloca-lo em tarefas que promovam a aproximação à turma. Arrumar a sala no final da aula (não é um castigo, mas sim a promoção do aluno no envolvimento com a turma).
  12. Demonstre a gravidade da situação e as suas implicações.
  13. Não tolere, nem desvalorize.
  14. Redobre a atenção.
  15. Informe o conselho docente da situação, bem como o diretor de turma e a direção.
  16. Informe os funcionários da escola para terem atenção redobrada à situação.
  17. Defina limites de forma especifica envolvendo todo o grupo nesse processo.
  18. Seja firme.

 Conclusões:

Os comportamentos podem ser alterados.

Temos a responsabilidade de educar, ensinar às crianças valores que fomentem a harmonia, respeito pelo outro e pelo próprio, entreajuda e contribuição para um mundo melhor.

Se cada um fizer a sua parte, será melhor para todos.

Gandhi disse: “Sê a mudança que queres ver no mundo”

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